Ricardo António Beato de Carvalho
Ricardo Carvalho, formado em Gestão e Administração Pública no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, é deputado à Assembleia da República pela primeira vez, nesta XVI Legislatura, eleito pelo círculo de Leiria.
Dividido entre Economia e Gestão, Ricardo Carvalho viria a optar pelo curso ministrado pela Universidade mais ligada às referência na política nacional – o ISCSP – motivado pelo seu gosto especial pela política e pela administração pública. No seu percurso académico, desde cedo esteve ligado ao associativismo, tendo sido, em 2000, Vice-Presidente da Associação de Estudantes, numa altura em que os professores eram maioritariamente conservadores, de centro direita. No ano seguinte foi Presidente da AE.
Natural de Leiria e oriundo de uma família com muita intervenção política e com forte matriz social democrata, Ricardo Carvalho resolveu ingressar em 2003 na JSD. “É a educação que temos e as referências que temos na família que acabam por moldar a nossa vida ao longo dos anos”, diz, revelando que, quando começou a dar os seus primeiros passos na política, identificou-se automaticamente com os princípios do eterno partido de Francisco Sá Carneiro, com o aspeto “personalista e humanista”. Fez parte dos órgãos nacionais da JSD de 2010 a 2012 como Secretário-Geral Adjunto do Presidente.
Gestor com experiência na área da Banca e da Indústria, começou por ter uma curta experiência nos Negócios Estrangeiros, na área do Protocolo de Estado, embora o seu percurso profissional tenha seguido pela área da Banca. Em 2011, no governo liderado por Pedro Passos Coelho, foi Secretário-Geral Adjunto do PSD, a sua primeira ingressão na vida política. Agora, 10 anos depois, é eleito pela primeira vez deputado pelo círculo eleitoral da terra que o viu nascer. É também membro das Comissões de Assuntos Europeus e de Orçamento e Finanças, considerando ser uma “boa e agradável experiência”.
Em relação ao papel que os políticos devem ter na comunidade, Ricardo Carvalho deseja que seja “extremamente ativo”. Isto por que “a democracia depende dos partidos políticos e a evolução do país como um todo, em todas as suas dimensões – económica, social e política”. Revela ainda que “é dos partidos que emanam os governos e emanam as autarquias”, pelo que “as juventudes partidárias têm um papel determinante porque é importante chegar aos jovens, é importante que os jovens percebam a importância da política, é importante que os jovens participem na política e nas juventudes partidárias e no associativismo”. Termina dizendo que “precisamos dos partidos e das melhores pessoas nos partidos porque são essas pessoas que vão servir o país e a democracia”.
Artigo escrito por Mónica Mota, colaboradora d’Os 230
Nome Completo
Ricardo António Beato de Carvalho
Data de Nascimento
07/03/1981
Habilitações Literárias
- Licenciatura em Gestão e Administração Pública (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
- Universidade Lisboa)
- Pós-Graduação em Marketing e Gestão Comercial de Serviços Financeiros (Instituto Formação Bancária)
- Programa Avançado em Gestão Estratégica em Banca (Católica Lisbon School of Business & Economics)
- Curso Geral de Gestão (Porto Business School)
- Programa Executivo em Transformação Digital (Porto Business School)
Profissão
Gestor
Comissões Parlamentares
- Comissão de Assuntos Europeus
- Comissão de Orçamento
- Finanças e Administração Pública [Suplente]
- Comissão Eventual para o acompanhamento integrado da execução e monitorização da Agenda Anticorrupção [Suplente]
- Grupo de Trabalho - Escrutínio de Iniciativas Europeias [Coordenador]